Conhecendo o Museu da Amazônia - MUSA
"O mote ‘viver juntos’, mais que um imperativo de entendimento entre humanos e não humanos que aqui vivem, é, para o Musa, símbolo de um projeto de educação e solidariedade empenhado em promover o convívio dos cidadãos na diversidade cultural, biológica, social e política da grande bacia amazônica.”
Apresentação
Criado em janeiro de 2009, o Musa ocupará 100 hectares da Reserva Adolfo Ducke, em Manaus, uma área de floresta de terra-firme nativa que há mais de 30 anos vem sendo estudada por cientistas. Os resultados dessas pesquisas, reunidos em catálogos sobre temas como plantas, pássaros e rãs, são o ponto de partida do acervo do museu.
Como chegar
Sede administrativa e Sede da Associação
Rua EG n°11A, conjunto Morada do Sol, bairro Aleixo, Manaus – AM
Rua EG n°11A, conjunto Morada do Sol, bairro Aleixo, Manaus – AM
Tenda no Jardim Botânico
Av. Uirapuru, bairro Cidade de Deus, Manaus – AM
Av. Uirapuru, bairro Cidade de Deus, Manaus – AM
Como chegar à Tenda do Jardim Botânico:
As linhas de ônibus que chegam ao Jardim Botânico Adolpho Ducke são:
• 676 - partindo do centro e passando pelo Aleixo e Av. Grande Circular
• 448 - Terminal 3 (T3) e Terminal 1 (T1)
• 061 - Terminal 4 (T4)
• 069 - Terminal 4 (T4)
• 052 - Terminal 3 (T3)
• Micro-ônibus amarelos que passam pela Bola do Coroado, Bola do São José e pela Bola da Feira do Produtor, linhas Cidade de Deus e Cidade de Deus/Alfredo. Estes ônibus partem dos bairros Zumbi e Grande Vitória, da Bola da Suframa e do porto da Ceasa.
• 448 - Terminal 3 (T3) e Terminal 1 (T1)
• 061 - Terminal 4 (T4)
• 069 - Terminal 4 (T4)
• 052 - Terminal 3 (T3)
• Micro-ônibus amarelos que passam pela Bola do Coroado, Bola do São José e pela Bola da Feira do Produtor, linhas Cidade de Deus e Cidade de Deus/Alfredo. Estes ônibus partem dos bairros Zumbi e Grande Vitória, da Bola da Suframa e do porto da Ceasa.
De carro considerando como ponto de partida a bola do Coroado:
1. Siga na Alameda Cosme Ferreira em direção à Zona Leste
2. Na rotatória do São José, pegue a 3ª saída (entre o terminal 5 e oShopping São José) e siga em frente na Av. Grande Circular em direção àCidade de Deus
3. Chegando à Bola do Produtor, faça metade do contorno e siga na mesma direção em que estava.
4. Ao final da Av. Grande Circular, vire à esquerda na rotatória da Bola (em frente ao Forró do Xega Mas)
5. Siga em frente na Av. Nossa Senhora da Conceição até a Bola da Av. Uirapuru (Grande Circular Dois)
6. Logo em frente à Bola fica a entrada para o Jardim Botânico.
1. Siga na Alameda Cosme Ferreira em direção à Zona Leste
2. Na rotatória do São José, pegue a 3ª saída (entre o terminal 5 e oShopping São José) e siga em frente na Av. Grande Circular em direção àCidade de Deus
3. Chegando à Bola do Produtor, faça metade do contorno e siga na mesma direção em que estava.
4. Ao final da Av. Grande Circular, vire à esquerda na rotatória da Bola (em frente ao Forró do Xega Mas)
5. Siga em frente na Av. Nossa Senhora da Conceição até a Bola da Av. Uirapuru (Grande Circular Dois)
6. Logo em frente à Bola fica a entrada para o Jardim Botânico.
De carro considerando como ponto de partida a Rodoviária:
1. Siga em frente até a Torquato Tapajós
2. Siga em frente na Torquato Tapajós, passando das entradas para o aeroporto e para a Expoagro.
3. A partir daí, siga as sinalizações (placas) para o Conjunto NovaCidade, sempre em frente, até avistar a Reserva Adolpho Ducke e oJardim Botânico
1. Siga em frente até a Torquato Tapajós
2. Siga em frente na Torquato Tapajós, passando das entradas para o aeroporto e para a Expoagro.
3. A partir daí, siga as sinalizações (placas) para o Conjunto NovaCidade, sempre em frente, até avistar a Reserva Adolpho Ducke e oJardim Botânico
Contatos
Museu da Amazônia
Telefones: +55 (92) 3236.3079/3236.9197
E-mail: musa@museudaamazonia.org.br
Atividades realizada
Hoje dia 9/5/2011, pela parte da manhã, foi realizada a visita ao MUSA - Museu da Amazônia, que tem suas ações desenvolvidas no Jardim Botânico, Reserva Adolfo Ducke.
A visita teve como objetivo, reconhecer as infraestrutura do espaço, com o intuito de poder futuramente desenvolver atividades de ensino/aprendizagem, pois o mesmo, pode e deve ser caracterizado com um espaço não forma de ensino, seja em nível de educação básica ou ensino superior. Nesta atividade acadêmicos de Biologia (licenciatura), visitaram o local.
No itinerário da visita, o local a ser conhecido primeiro foi a Tenda da Ciência, neste espaço encontram-se aquários, contendo diversas espécies de peixes amazônicos, dentre os quais: tambaqui, puraque ou peixe elétrico, diversas espécies de acaras , dos quais tinha o acara-açu, e o mais que famoso jaraqui, com o dizer que é clássico aos visitantes:
"Quem come jaraqui não sai mais daqui."
| Fig.1 - Tenda da Ciência |
| Fig. 2 - Aquário contendo tambaquis e o peixe elétrico |
| Fig. 3 - Aquário com os acaras |
| Fig. 4 - Acara para-terra |
Ainda na tenda, foi possível observar a sessão de Paleontologia, a qual possuia vestígios das civilizações que viveram e milhares de anos aqui na região de Manaus, retratados mediante urnas funerárias, armamento rústicos de rochas, vasilhames típicos da época e demais peças fossilizadas.
E por se tratar de vestígios de civilizações que aqui viviam muito antes da invasão dos povos europeus, em especial dos portugueses, há também uma sessão destinada aos povos indígenas, na qual existem relatos da percepção indígena em detrimento dos demais povos que aqui vivem e que os sub-respeitam, na foto a seguir há um dizer bem reflexivo quanto, as diferenças que há entre uma etnia e outra.
Em outra parte da tenda é possível obter informações relacionadas, as características dos dois afluentes do Rio Amazonas, o Rio Negro e o Rio Solimões.
| Fig. 5 - Paleontologia na Região Amazônica |
| Fig. 6 - A cara do verdadeiro brasileiro |
Fig. 7 - Características dos rios amazônicos
Saindo da Tenda, houve o passeio pelas trilhas da Jardim, no qual é possível o contato, com espécimes botânicas, típicas da Floresta Amazônica, no Museu a pelo menos um dezena de trilhas, o percurso foi um pouco conturbado devido ao terreno estar molhada, tornando-se escorregadio em alguns pontos, não chegando ao ponto de fazer desistir da caminha, mesmo sendo o horário de 9:30 da manha, o ambiente dentro da mata, era escuro, devido ao dorsel das arvores cobrir o solo da floresta, permitindo escassos raios de luz, realizando um controle natural contribuindo para o equilíbrio da vida. Um surpresa ao sair da trilha foi encontrar um belo louva-a-deus, com um aparência verde vibrante.
| Fig. 8 - Trilhas percorridas |
| Fig. 9 - Interior da trilha |
| Fig. 10 - Raio de luz penetrando a floresta |
| Fig. 11 - Embrenhando-se na mata |
| Fig. 12 - Trilha escorregadia |
| Fig. 13 - Louva-a-deus |
Para finalizar a atividade, chegamos as coleções de orquídeas, um espaço que exala tranquilidade e harmonia, pois é possivel observar diversas espécies botânicas, com suas formas e tamanhos singulares, desde as conhecidas, as quais muitas pessoas possuem em casa como ornamento, assim com as "exóticas", que somente são encontradas em ambientes especifico.
| Fig. 14 - Coleção de orquídeas |
| Fig. 15 - Espécies de orquídeas |
O processo que envolve o ato educativo, mais específico as ações de ensino/aprendizagem, não devem ficar restritas ao ambiente da escola, o processo educativo é dinâmico, e portanto precisam que extensões, locais e ambientes que possam ser utilizados com o intuito de fortalecer e significar o ensino/aprendizagem, e deste pressuposto, surgem os espaços não escolares ou não formais, que visam o ensino formal, em uma tentativa de aproximar o aluno ao seu objeto de estudo.
O MUSA como espaço não escolar e institucionalizado pode contribuir com uma significativa ferramenta de ensino/aprendizagem, desde que o docente saiba utilizar a mesma, já que o espaços disponibiliza áreas temáticas, como: biologia de peixes amazônicos, paleontologia, cartografia, geografia, trilhas que podem ser enfocadas para o estudo da botânica e zoologia, artes e observações da biodiversidade, desta forma, trabalhar além do Ensino de Ciências a Educação Ambiental, demonstrando as inter-relações que existem no ambiente, destacando as potencialidades e consequências das pesquisas científicas realizadas no Jardim Botânico de Manaus.
Contribuições
Apenas uma pequena correção a ser feita nas informações acima sobre o MUSA, a seção acima citada é de Arqueologia, ciência que estuda vestígios materiais de populações pretéritas como peças de utensílios domésticos e/ou ritualísticas, armas, construções, louças, urnas funerárias, ossos, fragmentos e etc. Paleontologia, estuda fósseis e/ou vestígios de vida animal, vegetal das diversas eras e períodos evolutivos de nosso planeta. Valeu, obrigado!!!
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